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	<title>Comentários sobre ¦ M ! L Є S i • B Λ S Γ Ø S ¦</title>
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	<description>Learning and Coolness - Beyond Code</description>
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		<title>Comentário sobre Arquitetura Orientada ao Modelo do Domínio por Eduardo Xavier</title>
		<link>http://milesibastos.com/2010/11/18/arquitetura-orientada-ao-modelo-do-dominio/#comment-10</link>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 11:41:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fala amigão!!
Sobre &quot;A questão fundamental aqui é: como vamos abordar a transição do modelo para o código?&quot;
Vou arriscar uma opnião, mas de longe responder de forma com definição final: Defendo que uma boa resposta está na construção de estruturas básicas que muitos programadores desconhecem ou mal-conhecem, tipo, Arquitetura de Computadores, Compiladores e até mesmo o mal-falado modelo OSI. A forma como são construídas essas arqutieturas é Domain-Driven na veia. Tem gente, e até mesmo professores que acham isso um conhecimento desnecessário, muitos alunos acham que nunca vão escrever um compilador na vida e não conseguem ver praticabilidade - eu diria: &quot;ah se minha DSL falasse&quot; 

Eric Evans fez um bom trabalho em colocar a ciência da computação de uma forma mais prática. Tem um amigo que diz que a &quot;ciência da computação está mais para arte do que para engenharia&quot;....]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fala amigão!!<br />
Sobre &#8220;A questão fundamental aqui é: como vamos abordar a transição do modelo para o código?&#8221;<br />
Vou arriscar uma opnião, mas de longe responder de forma com definição final: Defendo que uma boa resposta está na construção de estruturas básicas que muitos programadores desconhecem ou mal-conhecem, tipo, Arquitetura de Computadores, Compiladores e até mesmo o mal-falado modelo OSI. A forma como são construídas essas arqutieturas é Domain-Driven na veia. Tem gente, e até mesmo professores que acham isso um conhecimento desnecessário, muitos alunos acham que nunca vão escrever um compilador na vida e não conseguem ver praticabilidade &#8211; eu diria: &#8220;ah se minha DSL falasse&#8221; </p>
<p>Eric Evans fez um bom trabalho em colocar a ciência da computação de uma forma mais prática. Tem um amigo que diz que a &#8220;ciência da computação está mais para arte do que para engenharia&#8221;&#8230;.</p>
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		<title>Comentário sobre Planejando a Arquitetura por Eduardo Xavier</title>
		<link>http://milesibastos.com/2010/11/17/planejando-a-arquitetura/#comment-8</link>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 00:46:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Teu artigo me fez refletir um certo inferno que paira no mercado TI:

1) Eu vejo Model Driven Design como ferramenta importante para recém formados que aprendem na univerisdades a criar classes que misturam responsabilidade e operações. MDD é um buzz word que 
deveria ser um dever e não vantagem de argumentação pois todo engenheiro de software sabe por natureza o príncipio básico de &quot;divide-and-conquer&quot; - Porém muitos não saibam aplicar, aí, acho que MDD é um caminho, que não é único - Erik Evans fez compilou um conhecimento importante. Arquiteturas (de software ou sistemas) orientadas a eventos - de forma monolítica ou de processos (sistêmicos) distribuídos -colocam o MDD como um paradigma passado. SOA é o melhor exemplo de estado da arte para grandes empresas continuarem a viver e não a sobriviver nas mudanças.

2) Por outro lado, O mundo orientado a objetos e qualquer metodologia mais contemporânea acaba quando se ingressa numa enterprise antiga, engessada, cheia de necessidades de atenção ao seu &quot;contexto&quot;, porém com GRANA. No entando, são nelas que podemos encontrar facilmente tantos processos e regras de negócio embutidos em stored procedures. O DBA se confunde com analista de processos, programador, etc. 

Que nunca viu um projeto inovador virar nightmare que atire a primeira pedra. :)

Fico convencido que arquitetura centrada nos dados é 
importantíssima no mercado, se pernsarmos bem, o mercado tem necessidade de alguns diferentes tipos de profissionais sêniores: 

O dito Aquiteto de Software: que geralmente inicia projetos, faz liderança técnica e está antenado nas novas tecnologias e metodologias, - bom, o que todo mundo quer ser. 

O dito Consultor, o multiciplinar pica grossa que aceita desafios e resolve problemas nos mais diferentes tipos de indústrias e tecnologias - a posição que todo mundo quer correr mas sempre acaba fazendo alguma atuação na vida - afinal todo mundo se ilude.

E os arquitetos de empresas cujo software não é produto fim, tem prioridade baixa e acabam atuando como consultores exclusivos - estes, geralmente ficam frustrados querendo mudar de vida (todo mundo já foi um dia).

Por isso, dizer que &quot;O banco de dados é a parte mais importante dessa arquitetura...&quot; e desqualificar acrescentado, de &quot;...cenário para aplicações de formulários sobre dados que não envolvam processos de negócio complexos&quot; acaba sendo um opnião surreal.

Parece que o autor não tem noção do mercado para o qual ele escreve, ou o mercado dele é diferente dos demais, ou ele quer que se faça menos aplicações centradas nos dados. Bom.. a realidade é outra, não acho que as pessoas devam criar a cultura de desimportância da arquitetura centrada nos dados, até porque tem muitos sistemas no mercado querem manutenção. Mas acho importânte se destruir a cultura de modelagem de sistemas orientada a dados. 

&quot;Deixe-nos nos objetos e terás mais lucro com vossa mais-valia!!&quot; heheheh

viva!! valeu Milesi!!!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Teu artigo me fez refletir um certo inferno que paira no mercado TI:</p>
<p>1) Eu vejo Model Driven Design como ferramenta importante para recém formados que aprendem na univerisdades a criar classes que misturam responsabilidade e operações. MDD é um buzz word que<br />
deveria ser um dever e não vantagem de argumentação pois todo engenheiro de software sabe por natureza o príncipio básico de &#8220;divide-and-conquer&#8221; &#8211; Porém muitos não saibam aplicar, aí, acho que MDD é um caminho, que não é único &#8211; Erik Evans fez compilou um conhecimento importante. Arquiteturas (de software ou sistemas) orientadas a eventos &#8211; de forma monolítica ou de processos (sistêmicos) distribuídos -colocam o MDD como um paradigma passado. SOA é o melhor exemplo de estado da arte para grandes empresas continuarem a viver e não a sobriviver nas mudanças.</p>
<p>2) Por outro lado, O mundo orientado a objetos e qualquer metodologia mais contemporânea acaba quando se ingressa numa enterprise antiga, engessada, cheia de necessidades de atenção ao seu &#8220;contexto&#8221;, porém com GRANA. No entando, são nelas que podemos encontrar facilmente tantos processos e regras de negócio embutidos em stored procedures. O DBA se confunde com analista de processos, programador, etc. </p>
<p>Que nunca viu um projeto inovador virar nightmare que atire a primeira pedra. <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Fico convencido que arquitetura centrada nos dados é<br />
importantíssima no mercado, se pernsarmos bem, o mercado tem necessidade de alguns diferentes tipos de profissionais sêniores: </p>
<p>O dito Aquiteto de Software: que geralmente inicia projetos, faz liderança técnica e está antenado nas novas tecnologias e metodologias, &#8211; bom, o que todo mundo quer ser. </p>
<p>O dito Consultor, o multiciplinar pica grossa que aceita desafios e resolve problemas nos mais diferentes tipos de indústrias e tecnologias &#8211; a posição que todo mundo quer correr mas sempre acaba fazendo alguma atuação na vida &#8211; afinal todo mundo se ilude.</p>
<p>E os arquitetos de empresas cujo software não é produto fim, tem prioridade baixa e acabam atuando como consultores exclusivos &#8211; estes, geralmente ficam frustrados querendo mudar de vida (todo mundo já foi um dia).</p>
<p>Por isso, dizer que &#8220;O banco de dados é a parte mais importante dessa arquitetura&#8230;&#8221; e desqualificar acrescentado, de &#8220;&#8230;cenário para aplicações de formulários sobre dados que não envolvam processos de negócio complexos&#8221; acaba sendo um opnião surreal.</p>
<p>Parece que o autor não tem noção do mercado para o qual ele escreve, ou o mercado dele é diferente dos demais, ou ele quer que se faça menos aplicações centradas nos dados. Bom.. a realidade é outra, não acho que as pessoas devam criar a cultura de desimportância da arquitetura centrada nos dados, até porque tem muitos sistemas no mercado querem manutenção. Mas acho importânte se destruir a cultura de modelagem de sistemas orientada a dados. </p>
<p>&#8220;Deixe-nos nos objetos e terás mais lucro com vossa mais-valia!!&#8221; heheheh</p>
<p>viva!! valeu Milesi!!!</p>
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